terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Visita pela nossa História

No âmbito do tema de História, "Formação de Portugal", realizámos uma visita de estudo a Conímbriga (cidade romana) e a Coimbra. Em busca das nossas origens, encontrámos vestígios muito interessantes e bem representativos da nossa História.

Vestígios da primeira muralha que protegia a cidade de Conímbriga.

Pristilo de uma casa romana, jardim interior que iluminava a casa no seu interior. 


Nova muralha defensiva da  cidade de Conímbriga, que foi construída devido à ameaça (sec. II) de invasão por povos Bárbaros, vindos do norte.

Entrada de Conímbriga, aqui passava uma estrada (da qual ainda existem vestígios) que ligava esta cidade a Bracara Augusta (Braga) e a Olisipo (Lisboa).
Casa de Cantaber.

Casa de Cantaber.





O Forum era o centro politico e religioso da cidade


Túmulo do 1º rei de Portugal, D. Afonso Henriques -Mosteiro de Stª Cruz, mandado construir pelo próprio rei.


O último e único vestígio da muralha defensiva da cidade de Coimbra - em Arco de Almedina.


Sé Velha - A sua construção começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino.


Claustros da Sé Velha.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Os nossos poemas

O meu fogão tem uma canção
Tenho um cão                    
Que faz ão , ão
O meu fogão quer
mostrar o meu cão
porque ele está sempre
a fazer ão, ão 

 Conheço um menino
Que está sempre a
Compor uma canção,
O menino não quer
Mostrar o cão porque ele faz ão, ão

Tenho uma
Solidão por
Uma menina
Mas não sei
Compor uma canção.
Por isso vou pedir ajuda ao meu
Cão.

A palavra amor
É o amor que
Eu sinto pelo meu cão
Porque ele faz ão, ão.

(poema elaborado a partir das palavras : fogão, menino, solidão e amor) 

Poema de: Rodrigo Gouveia 



O  bosque  do  amor

No bosque do
Amor, há muita
Agitação dentro
Do coração.
Vi uma estrela
Muito brilhante
Douradinha e
Estudante!
Então o bosque
Do amor cheirou-a
Foi para ao pé dela
E, deu-lhe  uma  meloa!!  
     
Poema de: Ângela Oliveira 
(elaborado a partir das  palavras coração, estrela, amor)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Visita de estudo a Coimbra

No dia 21 de abril realizámos uma visita de estudo a Coimbra. Passámos pela Universidade e fomos ao Exploratório, onde  realizámos vários tipos de experiências. Também  observámos o nosso sistema solar, no planetário. Na parte da tarde visitámos o mosteiro de Stª Clara, aqui, além de conhecer o mosteiro, ficámos a saber muitas coisas interessantes sobre a Rainha Dª Isabel de Aragão, esposa do rei D. Dinis, hoje conhecida como Rainha Stª Isabel, de quem se diz, que fez o milagre das rosas. Pelo que ouvimos, ela era uma senhora muito bondosa, que gostava de ajudar as pessoas necessitadas.


Visita à Quinta da Vumba

No dia 16 de abril fomos visitar a Quinta da Vumba, em S. Martinho da Cortiça. Esta é uma quinta biológica, com rebanhos de ovelhas a pastar pelos campos e onde se fabrica, de forma artesanal, o queijo de ovelha. Visitámos a quinta de trator, sentados em fardos de feno, fomos conhecer os currais das ovelhas e na queijaria explicaram-nos como fazem o queijo. O leite é primeiro aquecido a uma temperatura de cerca de 32º, para coalhar o leite utilizam a flor de cardo. Adorámos esta visita!



      De manhã às 9:30 horas, do dia 16 de abril de 2015 fomos à quinta da Vumba.
    Apanhámos um autocarro que nos levou até São Martinho e depois subimos para um trator que nos levou à quinta. Enquanto passávamos, vimos umas ovelhas a fugir para o lado oposto ao trator. Quando lá chegámos, começámos a lanchar.
    Depois fomos ver os borregos e com a lã deles cobrimos a  ovelha de um desenho. Isso foi uma das três atividades . A seguir fomos ver como se fazia o queijo. O leite é aquecido a 32 ou 33 graus, depois mete-se o cardo para coalhar o leite, a seguir é levado à francela, onde o queijo fica a escorrer. O soro serve para fazer o requeijão.
     A última atividade foi andar de trator, para ver os campos e os rebanhos da quinta. Quando chegámos à quinta, fomos no autocarro pequeno, até ao grande, que foi o que nos levou até à escola.        
Texto de: Mateus Aguiar